O Rio Grande do Sul enfrentou nos últimos tempos uma das maiores crises climáticas de sua história recente. As enchentes que devastaram várias cidades do estado não apenas trouxeram à tona os efeitos das mudanças climáticas, mas também destacaram a importância da prevenção, da gestão de desastres e da solidariedade em momentos de crise.
No final de abril deste ano, chuvas torrenciais atingiram o estado. Uma das primeiras regiões afetadas foi a do Vale do Rio Pardo, onde cidades como Santa Cruz do Rio Pardo e Candelária tiveram mais de dez dias de chuvas ininterruptas. Com isso, houve sobrecarga nas bacias de rios, causando alagamentos.
A intensificação das chuvas causou as primeiras mortes desta tragédia. Assim, no início de maio, a Defesa Civil determinou que centenas de famílias residentes nesses municípios deixassem suas casas, pois as enchentes estavam colocando a população em risco.
Entretanto, devido à interligação entre as bacias hidrográficas, a água chegou ao lago Guaíba, atingindo um volume que afetou as cidades próximas, como Porto Alegre.
Dessa forma, a Defesa Civil decretou estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul em 5 de maio de 2024.
As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul afetaram de diversas formas a população de todo o estado. Veja algumas das consequências abaixo.
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